segunda-feira, 30 de julho de 2012

Brasil

         O Brasil está localizado no sul do continente Americano. Hoje é atualmente governado por uma mulher. Isso nunca havia acontecido antes. O nome da nossa presidente é: Dilma Vana Rousseff. Ela é filiada ao PT (Partido dos Trabalhadores). Ganhou a presidência após a realização do 2º turno contra o canditado do PSDB (Partido da Social Democracia Brasileira), José Serra.

         O Brasil é uma República Federativa formada pela a união de 26 estados, mais de 5000 municípios  e um Distrito Federal, onde está localizada a capital do país, Brasília.
         Os climas brasileiros são: equatorial, tropical, subtropical e semiárido.
          O Brasil como um todo é dividido em 5 regiões: Norte, Nordeste, Sul, Sudeste e Centro Oeste.
         A vegetação brasileira é bem variada, tendo a vasta Floresta Amazônica na região Norte, a Caatinga no Nordeste, o Cerrado predominantemente no Centro Oeste, a Mata Atlântica do Nordeste até o Sul do litoral brasileiro.
         Vê-se que o Brasil é um país muito rico e diversificado em tudo que possui.

domingo, 15 de julho de 2012

Português

Estrutura e formação das palavras

Morfemas = são palavras portadoras de sentido e constituem a estrutura das palavras. A partir dos morfemas, podemos formas outras palavras.
         Conhecer os morfemas é o mesmo que estudar a estrutura das palavras. Quando estudamos o modo como os morfemas se organizam e formam palavras, passamos a conhecer os processos de formação de palavras.

Estrutura das palavras

Em nossa língua, os morfemas que contribuem para formar palavras são os seguintes:

Radial

         Informa o significado básico da palavra:

         Beb er                    nobr eza

         A partir de um radial podemos formar várias palavras:

         Tempo
           Temporal
           Temporizar

           Temporão

         Nesse caso o radial das palavras é sempre o mesmo, mas podem acontecer casos em que há pequenas variações. O conjunto de palavras formadas a partir do mesmo radical denomina-se família de palavras ou palavras cognatas.

Afixos

         São morfemas que se agregam ao radical modificando seu sentido básico. Quando são colocados antes do radical, chamam-se prefixos, quando são colocados depois do radical, chamam-se sufixos.

          Im               produt               ivo
     prefixo            radical             sufixo
  (negação)                                 (estado)

Desinências

            São morfemas colocados após os radicais. Podem ser:

·        Nominais: informam o gênero e o número dos nomes:

Lind               o                       s                                         
            gênero              número                                                      
          (masculino)         (plural)                                                    


Lind               a                       s
                gênero             número
           (masculino)          (plural)
·        Verbais: informam o modo, o tempo, o número e a pessoa dos verbos:

Brindá                           sse                                  mos
                       tempo e modo                       pessoa e número
              (imperfeito do subjuntivo)        (1ª pessoa do plural)


Vogal temática

         É a vogal que, nos verbos, une o radical às desinências e indica a conjugação que eles pertencem. São vogais temáticas:

·        -a, que indica a 1ª conjugação: fabric   a   mos;

·        -e, que indica a 2ª conjugação: cresc   e   ndo;

·        -i, que indica a 3ª conjugação: produz   i   r.

Tema

         É a soma do radical com a vogal temática:


pass     a     mos         com     e      ndo         part     i     ndo


Formação das palavras

         Para criar uma palavra, podemos utilizar como base elementos já existentes na língua, adotar um termo de origem estrangeira ou alterar o significado de uma palavra já existente. As palavras assim criadas recebem o nome de neologismos.
         Há, na língua portuguesa, muitos processos de formação de palavras. Os mais comuns são: derivação e composição.

DERIVAÇÃO

         O processo de derivação consiste em formar uma palavra, chamada derivada, a partir de outra, chamada primitiva.

         A derivação pode ser de seis tipos:

Derivação prefixal

         Ocorre quando há acréscimo de um prefixo a um radical:
Incapaz =           in                                 +                               capaz

Derivação sufixal

         Ocorre quando há acréscimo de um sufixo a um radical:
Espaçoso =        espaç                 +                    oso



Derivação parassintética

         Ocorre quando há acréscimo simultâneo de um prefixo e de um sufixo a um radical:

Empalidecer =         em         +         pálid         +         ecer


Derivação prefixal e sufixal

         Ocorre quando há acréscimo não simultâneo de um prefixo e de um sufixo a um radical:

Infelizmente =         in         +           feliz            +         mente

Química

Propriedades específicas da matéria
            As propriedades específicas da matéria ajudam os cientistas a identificar a natureza do material. Para isso, ele observa qual é a cor do material; qual é o ponto de fusão; sua solubilidade; etc.
Se o material é sólido, ele pode avaliar também sua dureza. O diamante, por exemplo, é o mineral mais duro que conhecemos: isso significa que ele pode arranhar ou riscar outras matérias, mas não é riscado por eles.
Uma propriedade dos materiais que tem grande importância no estudo da física e da química é a densidade.
A densidade pode ser calculada pela fórmula:

D= m/v (m=massa e v= volume)

            A densidade tem relação com a flutuação dos corpos.

Os fenômenos físicos e químicos
            Os fenômenos químicos provocam mudanças na natureza da matéria, fazendo com que uma substância se transforme em outra. Em outras palavras, um fenômeno químico ocorre quando novas substâncias são formadas.

            Já no caso das mudanças de estado da água, por exemplo, ocorre um fenômeno físico: a água não se transforma numa nova substância. Portanto, os fenômenos físicos não alteram a natureza das substâncias.
 

O átomo

Você, o papel, a tinta das letras, a cadeira, o ar, as rochas, todos os seres vivos, os corpos celestes, enfim, toda matéria do Universo é feita de átomos. Como também é feita de átomos a molécula que forma os nossos genes, o ácido desoxirribonucléico (DNA).

As primeiras teorias sobre o átomo

Para John Dalton, um cientista inglês, uma das leis científicas indicava que o átomo não podia ser destruído. Ele concluiu que toda matéria é formada pela associação de átomos; que os átomos seriam como pequenas esferas que não podiam ser divididas, isto é, não podiam ser quebradas em partes menores, nem destruídas. Este foi o modelo construído por Dalton.

Ele também concluiu que os átomos não são todos iguais. Essas e outras afirmações formavam a teoria atômica de Dalton.

Mudanças no modelo de átomo

Em 1897, o físico inglês Joseph John Thomsom identificou uma partícula de carga negativa chamada elétron.

Mais tarde outros cientistas descobriram os prótons, que são partículas com carga positiva.

O modelo de Rutherford-Bohr

O modelo de Rutherford foi modificado por outro cientista, o dinamarquês Niels Bohr, e, em 1932, o inglês James Chadwick descobriu outra partícula atômica, o nêutron.

A região onde estão os elétrons é a eletrosfera, que tem um diâmetro muito maior que o do núcleo: o diâmetro total do átomo é cerca de 10 mil a 100 mil vezes maior que o do núcleo.
Em certas situações, o átomo pode ganhar ou perder elétrons, deixando de ser neutro. Nesse caso, passa a ser chamado de íon. Quando um átomo ganha um elétron, ele fica com uma carga negativa. O íon formado é chamado de ânion. Quando perde, fica com uma carga positiva, já que fica com um próton a mais que o número total de elétrons. O íon formado é chamado de cátion.

O modelo atual
Muitas partículas novas foram descobertas. Hoje sabemos, por exemplo, que prótons e nêutrons são formados por partículas ainda menores, os quarks.

O número atômico
O número de prótons é importante na identificação de um átomo. É chamado de número atômico. Todos os átomos com o mesmo número atômico são quimicamente idênticos, isto é têm as mesmas propriedades químicas e pertencem ao mesmo elemento químico.

O número de massa
A soma do número de prótons com o número de nêutrons de um átomo é chamada de número de massa.

A organização dos elementos no átomo

 Um conjunto de órbitas que estão a uma mesma distância do núcleo é chamado de camada eletrônica.

Camadas:

K: 2 elétrons        M: 18 elétrons        O: 32 elétrons        Q: 8 elétrons

L: 8 elétrons        N: 32 elétrons          P: 18 elétrons

A última camada não pode ter mais que 8 elétrons.

Aditivos químicos

São, por exemplo, os conservantes dos alimentos enlatados, que servem para conservar o alimento, por determinado período.

Reação entre ácido e base


A reação entre um ácido e uma base forma o sal e é chamada de neutralização. Essa reação só pode ser feita em laboratório com os devidos equipamentos.
Óxido = é um composto binário, porque tem dois elementos químicos sendo que um deles é o oxigênio e o outro pode ser um metal, um não-metal ou o hidrogênio. É o caso da água.
Os ácidos sempre trazem o hidrogênio no início da fórmula. Esse hidrogênio ioniza o composto e forma o H+.
OH é a hidroxila e está presente nas bases.
Os sais não têm nem o H+, nem a hidroxila nem oxigênio.
Foi dissolvido na água Hidróxido de cálcio e depois ganhou um aspecto leitoso, porque havia transformados em Carbonato de cálcio. O carbonato de cálcio esta presente na casca do ovo, no mármore. O gás carbônico expelido pela respiração reage com hidróxido de cálcio e forma o carbonato de cálcio.
O gás carbônico é um óxido-ácido, e neutraliza a base.
O leite tem uma substância que contém gordura, quando essa gordura vai se resfriando, ela vai se solidificando. Então a nata é a gordura do leite que se solidificou, só aquela que tava na superfície.

Rússia

           A Rússia é considerada um dos países com a maior diversidade de etnias convivendo no mesmo território. O grupo étnico russo representa 82% dos 140 milhões de habitantes do país. Os outros 18% são compostos de cerca de 100 grupos étnicos diferentes. Entre os grupos mais representativos estão ucranianos e bielo-russos (eslavos). Boa parte desses povos vive nas repúblicas autônomas.

Para garantir a estabilidade política nas repúblicas autônomas, além de fazer uso da força militar, o governo soviético tornou obrigatório o aprendizado e o uso da língua russa e passou a estimular a migração de russos para a grande parte daquelas repúblicas.
Na última década, porém, a unidade territorial da Rússia foi ameaçada pela insatisfação das minorias nacionais em relação à maneira como Moscou conduziu a política econômica do país. Durante esse período, houve piora na condição socioeconômica da população.
O descaso do poder central russo para com essas questões tem gerado revolta e propiciado o surgimento de grupos nacionalistas que reivindicam a independência das repúblicas autônomas. Alguns grupos agem pacificamente, fazendo apenas algumas manifestações; já outras são mais violentas e fazem guerrilhas.

A Segunda Guerra Mundial

            Desafiando a ordem internacional vigente na década de 1930, o Japão, a Itália e a Alemanha adotaram uma política declaradamente imperialista.


O imperialismo japonês

         No início de século XX, o Japão era a única potência industrial de toda a Ásia. Ele tinha deixado de ser vítima do imperialismo, para se tornar imperialista. O Japão atacou e ocupou boa parte da China, e a Liga das Nações, que era controlada pela Inglaterra e pela França, nada fez para socorrer a China.

 O nazismo mostra suas garras

Encorajado, Hitler aliou-se a Mussolini, em 1936, e, juntos, eles entraram na Guerra Civil Espanhola ao lado dos fascistas. A seguir, Hitler e Mussolini formaram o Eixo Roma-Berlim, bloco político e militar que, com a entrada do Japão, constituiria o Eixo Roma-Berlim-Tóquio.
Em março de 1938, a Alemanha hitlerista anexou a Áustria e passou a exigir os Sudetos, região da Tchecoslováquia habitada por 3 milhões de alemães. Pressionado, o governo tcheco pediu auxílio à França, mas a França preferiu reunir-se com Inglaterra, Alemanha e Itália para resolver a questão. A principal interessada – a Tchecoslováquia  - não foi convidada para a reunião. Em setembro de 1938, Hitler, Mussolini, Chamberlain (Inglaterra) e Daladier (França), reunidos na Conferência de Munique, decidiram que a Alemanha podia ocupar os Sudetos.
         Os nazistas não se contentaram apenas com os sudetos e invadiram a Tchecoslováquia. No passo seguinte, Hitler assinou um pacto de não agressão com seu arqui-inimigo, o líder comunista Josef Stálin, da União Soviética. Secretamente, decidiram também ocupar e dividir a Polônia. Com esse acordo, em casa de guerra, a Alemanha não teria de lutar em duas frentes.

Ofensiva nazifascista

Na Europa ocidental, só a Inglaterra continuava desafiando o poderio nazista. Liderados por Winston Churchill, os ingleses conseguiram resistir ao bombardeio aéreo sobre Londres. No ar, a aviação inglesa, a Royal Air Force (RAF), conseguiu várias vitórias contra a aviação alemã, a Luftwaffe. A mais importante delas foi a Batalha da Inglaterra, decisiva para o desfecho da Segunda Guerra. Em homenagem à vitória dos pilotos ingleses nessa batalha, disse Churchill: “Nunca [...] tantos deveram tanto a tão poucos”.
Guerra na União Soviética

          Interessado nas riquezas soviéticas (petróleo e minérios) e devotando ódio ao comunismo, Hitler traiu o pacto de não agressão firmado com Stálin e ordenou a invasão da União Soviética em junho de 1941.
          Perseguidos, os soviéticos recuavam, mas antes destruíam tudo que pudesse ser útil ao adversário: fábricas, hospitais, plantações. Era a tática da terra arrasada. Cedendo espaço, os soviéticos ganharam tempo e conseguiram reorganizar suas forças. Os nazistas atacaram então a cidade industrial de Stalingrado e lá tratavam com os soviéticos a maior batalha da Segunda Guerra: a Batalha de Stalingrado.
          Os soviéticos venceram essa batalha, quebrando, assim o mito da invencibilidade nazista, e tomando os países ocupados por eles: Bulgária, Romênia, Hungria, Polônia, Tchecoslováquia, Iugoslávia.

A guerra no Oriente

           O Japão e os Estados Unidos disputavam entre si áreas e territórios de influência, o que tornou inevitável o choque entre eles. Em 7 de dezembro de 1941, o governo japonês atacou de surpresa a base militar norte-americana de Pearl Harbor, no Havaí, destruindo boa parte de sua poderosa frota. Os Estados Unidos reagiram declarando guerra ao Japão. Este, por sua vez, partiu para a conquista das colônias européias e norte-americanas no Extremo Oriente.

Ofensiva dos Aliados

         A partir de 11943, o exército soviético começou a marchar em direção a Berlim, capital da Alemanha, abrindo a primeira frente de luta dos Aliados contra o Eixo.
        Estabelecidos no norte da África, os Aliados reassumiram o controle do Mediterrâneo e puderam, então, abrir uma segunda frente de luta contra o Eixo: saindo do norte da África, desembarcando na ilha da Sicília e partiram para a libertação da Itália. 

Dia D na França e a derrota da Alemanha

        Após a libertação da capital da Itália, em 4 de junho de 1944, os Aliados abriram a terceira frente de guerra contra os nazistas, desembarcando na Normandia( no noroeste da França). O dia foi escolhido para o desembarque, 6 de junho de 1944, foi chamado de Dia D, em código, para que os alemães não descobrissem a data das transmissões por rádio.

Bombas sobre o Japão

      No Extremo Oriente, entretanto, o Japão continuava resistindo ao avanço norte-americano das mais variadas formas. Uma delas assombrou o mundo: seus pilotos suicidas – os camicases – atiravam-se sobre os navios americanos em aviões carregados de explosivos.
       Com o objetivo de apressar a rendição japonesa e demonstrar ao mundo seu enorme poderio bélico, os EUA laçaram duas bombas atômicas sobre o Japão: a primeira em Hiroshima (6 de agosto) e a segunda em Nagasaki (9 de agosto).

sábado, 14 de julho de 2012

A organização do espaço geográfico Europeu

        A Europa possui muitas indústrias multinacionais e um espaço geográfico intensamente humanizado.

 Indústria, energia e questão ambiental

         Há algumas florestas que estão localizadas perto de grandes centros industriais europeus, e que estão totalmente destruídas, em fator da emissão de dióxido de carbono e outros gases na atmosfera com água, formando a chuvas ácidas.
Indústria e urbanização na Europa desenvolvida

         Quando a industrialização urbana cresce, a população também tende a aumentar, pois muita gente vai da campa para a cidade em busca de emprego. A indústria gera emprego e isso é um fator de atração populacional. A Europa desenvolvida apresenta elevadíssimos índices de população urbana, chegando a ter mais de 90% de população urbana. Quanto maior a industrialização do país, maior a população urbana.
O aproveitamento do espaço agrário

         Pôlderes são áreas que são drenadas, dentro da Holanda, ou seja, a água do mar é retirada para desenvolver um solo que servirá para a agricultura. Os holandeses fazem isso por falta de solo. O vento gira os cata-ventos, que aciona as bombas para retirar e drenar a água do mar e formar solos férteis para a agricultura.
  Os transportes no espaço europeu

         O Eurotúnel é considerado uma magnífica obra de engenharia, porque ele passa por debaixo do mar, debaixo do canal da mancha. Esse túnel liga a Inglaterra à França, com uma extensão de 50,5km. O trem é altamente veloz, podendo alcançar os 300 km/h.
         Esse transporte é moderno, eficiente e barato. É mais barato pegar esse trem do que fazer a viagem de avião.

 A União Européia

Ao final da Segunda Guerra Mundial a Europa estava arrasada, com a economia arruinada. Com esse contexto, o EUA e a União Soviética resolveram ajudar a Europa. Os países que receberam ajuda da União Soviética ficaram socialistas, e os dos EUA ficaram capitalistas.
         Em 1951 a Alemanha e a França fizeram um acordo (o Tratado de Paris), com 6 países da Europa (Alemanha, França, Itália, Bélgica, Holanda e Luxemburgo, visando a união, para ajuda mútua. E isso gerou a criação da Ceca (comunidade europeia do carvão e do aço), que previa a livre circulação de ferro, carvão mineral e aço entre os países membros, visando dinamizar a indústria desses países, pois esses 3 produtos (ferro, carvão mineral e aço) são a base para movimentar a indústria. (Criação da União Européia, porém ainda com outra denominação).
         Em 1957, outro tratado foi assinado: o Tratado de Roma. A Ceca se transformou em CEE (comunidade econômica européia). Além da ampliação livre circulação de mercadorias e de pessoas e a criação do protecionismo agrícola (que impede a importação de mercadorias, aumentando os impostos sobre eles).
         Em 1973, a Dinamarca, o Reino Unido e a Irlanda aderiram à CEE, ou seja, a partir desse ano, eles podiam circular livremente entre os membros da CEE.
         Em 1993, foi assinado o Tratado de Maastricht, que manteve as mesmas coisas da CEE, foi criado o Euro para a unificação da economia, (apesar de 10 países ainda não terem adotado essa moeda, por motivos diversos: dificuldades econômicas, nacionalismo) e previa o aprofundamento da integração política e militar entre os países membros. E a partir dessa data, a CEE se transforma em União Européia.